terça-feira, 10 de maio de 2011

Muitas asneiras, foi o que me apeteceu!

Existem dias que não deviamos sair de casa!


Hora de almoço, escadaria das Amoreiras repleta de gente proletaria a fumar o seu esmifrado cigarrinho depois da Menu 3 da cantina de cima, um sol de morrer, mas tudo com cara de chuva, e já ía furiosa porque acabava de meter mais 2 euros no parquímetro que dá sempre aquela sensação de "acabaram de me... enfim" e eis que já vou a refilar por tudo isto - odeio passar por aquela nuvem de fumo que insiste em instalar-se na escadaria, apesar de ser um "ar livre" - quando, para o bem da Nação Portuguesa, dou um grande e efectivo trambolhão à frente de todo um pessoal sedento por sofrimento alheio! Aliás! Como o Murphy nunca traz só uma no bolso, faz com que a minha pessoa aterre em pleno em cima das costas de um senhor - que diga-se de passagem evitou que caísse mesmo no chão - mas que, contudo, também fumava o seu cigarrinho e me faz inspirar 3 sensações SG's num susto só!


Quase sería escusado dizer que todo um Amoreiras ficou mais feliz e a esta hora 357 escritórios devem estar a contar a história da otária que caíu em cima dum gajo lá em baixo!


Pronto! Eu que, como boa gaja que sou, ía a falar mal de outra gaja, pensei cá para mim - "É bem feita! Ías a refilar com o mundo até mais não, mas já devias saber que Ele troca-te sempre as voltas!"


Afinal podería acontecer (e aconteceu) qualquer outra coisa bem pior do que aquela sobre a qual falava no preciso momento em que caí.


Caí. Levantei-me. E ri-me muito.


TmAV

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